Augusto Cury em encontro na Assembleia de Deus, em São Paulo Reprodução/TV Globo O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) afirmou que, se eleito, pretende propor o fim da vitaliciedade dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e estabelecer mandatos de oito anos. Durante entrevista após um encontro na Igreja Assembleia de Deus de São Paulo, nesta quinta-feira (3), ele também disse que gostaria que as próximas indicações para a Corte fossem de mulheres.

“O meu desejo é que os próximos dois ministros sejam mulheres. Pelo menos é o que eu desejo agora”, afirmou à TV Globo. Cury disse que não foi à Assembleia de Deus para pedir votos, mas para defender a “pacificação” do país.

Segundo ele, o Brasil está polarizado e radicalizado, e a disputa entre partidos e ideologias prejudica o desenvolvimento nacional. “Eles falaram que realmente o Brasil está polarizado, está radicalizado, mas a nação brasileira merece paz, merece se voltar a projetos para que ela possa se desenvolver, porque essa guerra entre partidos e ideologias tem asfixiado não apenas a saúde mental, mas o desenvolvimento do país”, completa. A pacificação foi apresentada por Cury como um dos principais pontos de seu discurso.

Ele afirmou que pretende defender a diversidade de ideias como parte do processo democrático. “Eu estou propondo uma pacificação. De diversidade de ideias se torna a beleza da democracia.” Mente capitalista e coração social Augusto Cury disse defender um projeto que reúna ideias associadas ao capitalismo e políticas sociais, e afirmou querer dialogar com eleitores de direita e de esquerda.

“Eu quero dizer que a minha mente é capitalista. A minha mente tem o melhor do capitalismo, meritocracia, família, empreendedorismo, liberdade de expressão, um estado mais enxuto, mas meu coração é social." Agora no g1