Muro cai durante vazamento em estação da Copasa, no Barreiro Reprodução A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) informou ao Ministério Público do estado (MP) suspeitar de sabotagem nos casos recentes de rompimento de adutoras na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A informação foi divulgada em nota pelo MP. Entre agosto e setembro, foram registrados quatro rompimentos de adutoras.

O sistema anti-odor da Lagoa da Pampulha também foi danificado no mesmo período (relembre casos mais abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Segundo a Promotoria, a presidente da companhia, Marília Carvalho de Melo, se reuniu com autoridades do órgão nesta segunda-feira (14). O MP informou que Marília relatou que a hipótese de sabotagem é "extraída de levantamentos iniciais efetuados pela própria empresa".

Em nota (veja íntegra ao fim da reportagem) enviada ao g1, a Copasa não explicou o que motivou a empresa a afirmar ao MP sobre a suspeita de sabotagem. O vídeo abaixo, de 19 de agosto, mostra um dos casos de rompimento de adutura: Vídeo mostra momento de rompimento de adutora que afetou abastecimento de água de bairros A companhia informou ter procurado o MP "para solicitar o apoio do órgão e disponibilizar suas equipes técnicas na verificação das causas dos episódio".

Também aifrmou que alinhou com o Ministério Público "uma atuação institucional conjunta para o acompanhamento e a apuração técnica das recentes ocorrências". Em nota, a Copasa informou ao g1 que alinhou com o Ministério Público uma atuação institucional conjunta para o acompanhamento e a apuração técnica das recentes ocorrências registradas na rede de abastecimento de água da Região Metropolitana de Belo Horizonte e no sistema antiodor da Lagoa da Pampulha.

O Ministério Público informou que poderá abrir investigação caso encontre irregularidades diante das informações repassadas pela Copasa. Relembre os casos de rompimento 19 de agosto: rompimento de adutora na Rua Xapuri, no bairro Nova Granada, na Região Oeste de Belo Horizonte. A água alagou ruas e invadiu imóveis.

5 de setembro: rompimento de adutora na Praça Guimarães Rosa, no bairro Cidade Nova, na Região Nordeste da capital. 7 de setembro: rompimento de adutora na Rua Cetano Pirri, no bairro Milionários, na Região do Barreiro. 8 de setembro: rompimento de emenda às margens da BR-040, no bairro Kennedy, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

10 de setembro: o sistema antiodor da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, foi alvo de vandalismo e furto.

Veja a íntegra da nota da Copasa O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) informam que alinharam uma atuação institucional conjunta para o acompanhamento e a apuração técnica das recentes ocorrências registradas na rede de abastecimento de água da Região Metropolitana de Belo Horizonte, bem como das avarias identificadas no sistema antiodor da Lagoa da Pampulha.

A aproximação ocorreu por iniciativa da Copasa, que procurou o MPMG para solicitar o apoio do órgão e disponibilizar suas equipes técnicas na verificação das causas dos episódios. O objetivo da ação integrada é unir esforços entre a Companhia, o Ministério Público e os órgãos de segurança pública para apurar com celeridade se os fatos decorrem de fatores operacionais ou de interferências externas, garantindo a proteção da infraestrutura hídrica e a segurança da prestação dos serviços de saneamento à população.

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