Capivaras invadem condomínio e moradores ficam assustados A Prefeitura de Teresina criou um Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI) para analisar e propor medidas relacionadas à população de capivaras em um Condomínio, na Zona Leste da capital. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM) nesta segunda-feira (28). Segundo o decreto, o grupo terá a função de analisar, propor e acompanhar medidas relacionadas às capivaras que vivem no Condomínio.
O trabalho inclui a avaliação das condições ambientais e sanitárias do local, além da definição de estratégias de prevenção, monitoramento e manejo dos animais. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp O GTI será formado por representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semam), da Gerência de Zoonoses (Gezoon), da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Agora no g1 Entenda o histórico do caso A criação do grupo de trabalho ocorre cerca de três anos após moradores do Condomínio relatarem preocupação com o aumento da presença de capivaras na área. Em 2023, vídeos registrados por moradores mostraram dezenas de animais circulando por jardins e áreas comuns do residencial.
LEIA MAIS: Vídeo: dezenas de capivaras 'invadem' condomínio de luxo em Teresina Dezenas de capivaras 'invadem' condomínio de luxo em Teresina Reprodução Na época, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informou que a presença das capivaras poderia estar relacionada ao desmatamento e às mudanças em seu habitat natural. A capivara é um animal hospedeiro do carrapato-estrela, que transmite a febre maculosa.
🔎 A febre maculosa é uma doença infecciosa causada por uma bactéria transmitida através da picada de uma das espécies de carrapato (carrapato-estrela), ou seja, ela não é transmitida diretamente de pessoa para pessoa pelo contato e seus sintomas podem ser facilmente confundidos com outras doenças que causam febre alta. Há no estado duas espécies da bactéria causadora da doença. *Juliana Cristina, estagiária sob supervisão de Lucas Marreiros.
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