Um comboio do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) percorre uma estrada no sul do Líbano, a caminho de um ponto de encontro para receber quatro pessoas que haviam sido detidas em Israel. KAWNAT HAJU/AFP Israel afirmou nesta sexta-feira, 4, que consolidou a "zona de segurança" que ocupa no sul do Líbano após tomar uma colina que servia de posição estratégica para o movimento pró-iraniano Hezbollah.
O Exército israelense anunciou na quinta-feira que assumiu o controle da colina, situada ao norte do rio Litani e no limite da zona ocupada por Israel no sul do Líbano. "A tomada da colina de Ali Taher marca a conclusão da fase de consolidação do controle na zona de segurança no sul do Líbano", afirmou o ministro da Defesa, Israel Katz.
Agora no g1 Segundo o governo de Israel, o Hezbollah havia cavado túneis no setor, o que possibilitava o lançamento de drones e mísseis contra posições militares israelenses no sul do Líbano, assim como contra o norte de Israel, do outro lado da fronteira. O Exército israelense "vai agora concluir a neutralização dos túneis e se preparar, da maneira tática apropriada, para manter o controle da colina e impedir que o inimigo volte a se estabelecer na área", disse Katz.
"Israel não vai se retirar da zona de segurança no Líbano até que o Hezbollah seja desarmado", insistiu o ministro israelense da Defesa. Em março, o Hezbollah lançou ataques contra Israel em solidariedade com o Irã e arrastou o Líbano à guerra, mas a violência diminuiu desde o acordo entre Irã e Estados Unidos em junho, paralelamente a um acordo entre Líbano e Israel.
