Kenison foi considerado inocente pela Justiça em 2024 Arquivo G1 Kenison dos Santos Cardoso foi absolvido no processo criminal em que havia sido investigado e preso preventivamente em abril de 2023 por suposta prática do crime de estupro de vulnerável, em Santarém, no oeste do Pará. A absolvição transitou em julgado em abril de 2024, tornando definitiva a decisão judicial.

✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp O caso ganhou repercussão após a divulgação de notícias sobre a investigação criminal e a prisão preventiva de Kenison. Com o desfecho da ação penal, ele foi absolvido, encerrando-se definitivamente o processo criminal ao qual respondia. A absolvição consta na Ação Penal nº 0805682-74.2023.8.14.0051.

O trânsito em julgado ocorreu em 22 de abril de 2024, data a partir da qual a decisão absolutória se tornou definitiva. A decisão representa o desfecho judicial do caso criminal envolvendo Kenison dos Santos Cardoso, que havia sido alvo de investigação e de prisão preventiva em 2023. Entenda No dia 27 de março de 2023, uma bebê de 8 meses morreu na segunda (27), no Hospital Municipal Dr.

Alberto Tolentino Sotelo, em Santarém. Ela deu entrada na unidade de saúde com sinais suspeitos de violência e estupro. Agora no g1 Naquela ocasião, o g1 teve acesso a declaração de óbito do IML, na qual consta que a criança apresentava: anemia aguda, hemorragia interna e externa, e ruptura de mucosa retal.

A direção do Hospital Municipal acionou a Delegacia Especializada de Atendimento à Criança e Adolescente (Deaca). Após o delegado Gilberto Aguiar receber o laudo pericial do Centro de Perícias Renato Chaves em mãos, confirmando que a criança foi vítima de abuso sexual, Kenison teve a prisão decretada no dia 31 de março. Kenison Cardoso era tio da vítima e morava na mesma casa da criança.

No dia 1º de abril, Polícia Civil deu cumprimento ao mandado de prisão do suspeito. À época, ele negou a autoria do abuso sexual, e disse que soubesse quem abusou da criança de 8 meses, ele mesmo teria procurado a polícia para denunciar. Em 22 de abril de 2024, a Justiça proferiu sentença absolutória transitada em julgado, reconhecendo a negativa de autoria e inocentando Kenison das acusações.