Aluno agride gerente e quebra espelhos de academia na Rua Oscar Freire, em SP João Pedro Marangoli de Castro, aluno que agrediu o gerente e quebrou espelhos e equipamentos de uma academia na Rua Oscar Freire, na Zona Oeste de São Paulo, afirmou que se sentiu enganado e desamparado após pagar por serviços de treinamento personalizado que, segundo ele, não foram prestados.
Em nota ao g1, ele disse que aguardou quase um mês por uma solução e reconheceu que sua reação foi incompatível com seus princípios e sua trajetória de vida. João alega que faz tratamento psiquiátrico e os efeitos da medicação podem ter contribuído para a sua reação agressiva. O episódio foi registrado em vídeos que mostram o aluno agredindo o gerente e provocando destruição no interior do estabelecimento.
Em outra gravação, é possível ver como ficou a academia após o quebra-quebra. Gerente da academia onde aluno quebrou vidros e agrediu funcionários Arquivo pessoal Na manifestação, assinada por João Pedro e pela advogada Vivian Nepomuceno Bellezi, ele afirma que o problema começou com a contratação de um profissional de treinamento personalizado indicado pela própria academia. Segundo sua versão, o prestador deixou de cumprir as obrigações e não devolveu os valores pagos.
O aluno diz que tentou resolver o caso de maneira amigável, mas não obteve uma resposta efetiva. Ele afirma que o período de espera provocou desgaste emocional e frustração. “Reconheço a reação aparentemente desproporcional da minha conduta e não pretendo minimizar os danos causados, tampouco me eximir das responsabilidades que venham a ser legalmente apuradas”, declarou.
Na nota, ele também lamentou que a situação tenha chegado àquele ponto e afirmou que os acontecimentos anteriores precisam ser analisados junto com a agressão e os danos provocados no estabelecimento. Aluno diz que faz tratamento psiquiátrico João Pedro afirma ainda que faz tratamento psiquiátrico há anos e utiliza medicamentos prescritos. Segundo a nota, o desgaste emocional acumulado teria contribuído para sua reação.
“Isso não afasta a necessidade de responder pelos atos praticados, mas reforça a importância de que os fatos sejam analisados de maneira completa, sem julgamentos precipitados e sem que sejam ignoradas as circunstâncias que antecederam o episódio”, afirmou. Ele ressaltou, porém, que não pretende usar os problemas anteriores para justificar a conduta. João Pedro Marangoli é acusado de quebrar a academia e agredir funcionários na rua Oscar Freire, em SP.
Reprodução/Redes Sociais Caso será discutido na Justiça Na nota, João Pedro afirmou que pretende apresentar informações e documentos à Justiça para que sejam esclarecidas tanto a agressão e a destruição no estabelecimento quanto as circunstâncias relacionadas à contratação do serviço de treinamento personalizado.
“Serão apresentadas as informações e os elementos pertinentes para que a situação seja examinada de forma justa, abrangendo tanto o episódio ocorrido no estabelecimento quanto os acontecimentos anteriores relacionados à contratação do serviço e às tentativas de solução”, declarou. Ele também disse que sua manifestação não tem o objetivo de estimular ataques ou hostilidade contra pessoas ou contra a academia.
Ao final, reiterou o pesar pela forma como os acontecimentos se desenrolaram e afirmou que buscará o esclarecimento dos fatos pelas vias legais. Veja como ficou situação da academia na Oscar Freire, em SP, após ataque de fúria de aluno
