Pertences de suspeitos do crime PMMS Um jovem de 18 anos, suspeito de matar um homem durante um latrocínio (roubo seguido de morte) em Campo Grande, morreu após ser baleado em confronto com a Polícia Militar, na madrugada desta segunda-feira (19). O crime aconteceu três dias antes, quando criminosos invadiram uma casa no Parque do Lageado, renderam uma família e mataram Gian Marcelo, de 27 anos, com um tiro nas costas.

✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Segundo o Batalhão de Choque, Bruno Rafael Souza da Silva, de 18 anos, era apontado como o responsável pelo disparo. Ele foi localizado em uma casa no bairro Caiobá, após a prisão de outro suspeito de envolvimento no assalto. Conforme a versão oficial, Bruno sacou um revólver e apontou a arma contra os militares durante a abordagem.

Os policiais atiraram, e ele foi socorrido ao Centro Regional de Saúde (CRS) do Coophavila, onde morreu. Um revólver calibre .38 foi apreendido. Agora no g1 Família rendida e carro incendiado O latrocínio aconteceu na noite de sexta-feira (16), na Rua Armando Franco.

Gian voltava de uma viagem a Ponta Porã com a esposa quando criminosos armados e encapuzados abordaram a família. A mulher foi surpreendida ao abrir o portão e obrigada a entrar na residência. Dentro da casa, os assaltantes também renderam a sogra da vítima, de 52 anos, e os dois filhos do casal, de 9 e 15 anos.

Enquanto os criminosos exigiam o veículo da família, Gian tentou correr para se proteger, mas foi baleado nas costas e caiu na rua. Ele foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário e transferido para a Santa Casa, onde morreu. Os assaltantes levaram mercadorias trazidas do Paraguai e fugiram em um Volkswagen Gol, encontrado incendiado posteriormente.

Prisão levou polícia ao suspeito morto Na madrugada desta segunda-feira, o Batalhão de Choque prendeu Yuri Silva Santos Modesto, de 27 anos, também suspeito de participar do latrocínio. Segundo a PM, ele admitiu envolvimento no crime e forneceu informações que levaram à localização de Bruno. Yuri também indicou uma casa no bairro Tijuca onde, conforme a polícia, eram guardados materiais de origem ilícita.

No imóvel, foram apreendidos uma espingarda calibre 12, uma pistola, acessórios utilizados para adaptar pistolas, pneus e mercadorias de origem paraguaia, incluindo produtos de contrabando. A perícia foi acionada para atender à ocorrência no Caiobá. As armas e os demais materiais foram apreendidos, e as circunstâncias da morte durante a abordagem policial deverão ser apuradas.

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