Rodrigo Ribeiro Credidio é investigado por erros médicos em cirurgias plásticas Redes sociais A Justiça determinou a suspensão das atividades e o registro profissional do cirurgião plástico Rodrigo Ribeiro Credidio. O médico é investigado por erros médicos (sabia os detalhes mais abaixo).

A liminar, concedida pela 26ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, atende ao pedido da Defensoria Pública de Minas Gerais que aponta possíveis irregularidades em procedimentos estéticos e riscos à saúde pública na Clínica Credidio Cirurgia Plástica e Nutrologia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Minas no WhatsApp Com a suspensão, a clínica deverá substituir o médico da função de diretor técnico e informar à Justiça, em até 15 dias, o nome e o número de registro no CRM do novo responsável técnico.

Além disso, foi determinado que os documentos relacionados às pacientes atendidas e submetidas a cirurgias realizadas pelo médico entre 2019 e 2024 sejam apresentados à Justiça. Agora no g1 Investigado por erros médicos Em 2024, após a morte de Norma Eduarda Fonseca, de 59 anos, familiares denunciaram Rodrigo Ribeiro Credidio. A mulher realizou cinco cirurgias plásticas ao mesmo tempo, passou dois meses internada, mas não resistiu às complicações médicas.

Após este caso, outras três ex-pacientes de Credido, também o denunciaram. A Polícia Civil de Minas Gerais investiga o caso e informou que o inquérito encontra-se em andamento. Segundo a nota enviada ao g1, a PC informou que as diligências continuam sendo realizadas e alguns laudos já foram concluídos.

Além disso, o médico, as testemunhas e as vítimas já foram ouvidas. O texto é finalizando dizendo que, por se tratar de um caso de alta complexidade, as equipes permanecem empenhadas, adotando todas as medidas legais cabíveis para elucidar a materialidade dos fatos e as respectivas circunstâncias. Problemas sanitários na clínica Na decisão da Justiça de Minas Gerais também é citado problemas sanitários identificados no estabelecimento.

De acordo com o documento, a clínica teria funcionado sem alvará sanitário para realizar procedimentos cirúrgicos em dois períodos: entre 2019 e 2020 e, novamente, entre 2021 e 2024. Em vistoria realizada em abril de 2024, a Vigilância Sanitária de Belo Horizonte constatou instrumentos cirúrgicos com validade expirada, ausência de rastreabilidade de medicações e inexistência de Plano e Núcleo de Segurança do Paciente.

Ao analisar o pedido da Defensoria, o juiz considerou que eventuais danos à integridade física e à vida das pacientes, caso ocorressem, poderiam ser irreversíveis. O que diz a defesa Ao g1, a desfesa do cirurgião Rodrigo Ribeiro Credidio, afirmou que possui licenças e alvarás sanitários regulares e que, as denúncias em ralação ao médico, foram relatadas de maneira distorcida à Justiça.

Confira na íntegra a nota: ''A Clínica informa que a referida decisão será objeto de recurso imediato, pois foi proferida em desacordo com a legislação. A clínica também comunica que possui todas as licenças e alvará sanitário válido. O processo em questão foi apresentado levando a defensoria pública a erro, a partir da atuação maliciosa de denunciante que distorceu fatos e apresentou documentação propositalmente incompleta.

Todas as provas da regularidade e qualidade dos seus procedimentos médicos já foram levantadas e a clínica confia que, após a sua apreciação, a referida decisão será revogada." Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas: