Defensoria Pública do Amapá alerta usuários a não caírem em golpes pela internet Uma nova ferramenta de consulta no site da Defensoria Pública do Amapá (DPE-AP) ajuda na identificação de contatos oficiais para evitar golpes por indivíduos que se passam por funcionários da instituição. O recurso permite verificar a autenticidade do número de telefone de quem entrou em contato com o cidadão. E pode ser acessado pelo site através do celular ou do computador.

✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Essa medida foi adotada pelo DPE-AP devido a alta incidência de tentativas de fraude pelo WhatsApp nos últimos meses. Os golpistas se passavam por defensores públicos e solicitavam fotos e vídeos dos documentos pessoais das vítimas, e também afirmavam que a pessoa prejudicada havia ganhado uma causa judicial e que precisavam fornecer dados para receber valores.

O DPE-AP atende oficialmente pelo número (96) 98133-0422, outros núcleos da instituição também possuem contatos funcionais. Todos os números que podem entrar em contato com o assistido durante o andamento de um processo estão disponíveis no site e podem ser conferidos pela ferramenta. A instituição ressalta que seus serviços são gratuitos e que defensores e servidores não solicitam documentos pessoais por números desconhecidos.

Como realizar a consulta Acesse o site da Defensoria e procure o botão vermelho localizado no lado esquerdo da tela, basta clicar e digitar o número que entrou em contato para consultar se ele está cadastrado como um contato oficial da Defensoria Pública do Amapá (DPE-AP).

Ferramenta da Defensoria do Amapá ajuda a evitar fraudes no WhatsApp Defensoria Pública do Amapá/Divulgação Como se proteger Em caso de suspeita de golpe, a orientação é não enviar dados ou documentos, bloquear e denunciar o número pelo próprio WhatsApp e confirmar a informação com a Defensoria pelos canais oficiais.

Para evitar golpes, é necessário: Desconfiar de ligações, e-mails e mensagens de números desconhecidos; Não clicar em links enviados por números ou e-mails suspeitos; Não fazer depósitos ou transferências sem confirmar a informação com a instituição; Desconfiar de situações que exijam pagamento ou compartilhamento de informações com urgência. *Estagiária sob supervisão de Josi Paixão. Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá