Teiú tenta fugir de incêndio, recebe jato d'água e é resgatado no Sul do Piauí Um teiú foi resgatado durante um incêndio que atinge uma área de mata em Cristino Castro, no Sul do Piauí. Segundo Bruno Nascimento, coordenador da Defesa Civil do município, o fogo começou na manhã de quinta-feira (10). “Eu imagino que, quando o fogo chegou, ele estava em uma toca e tentou sair para se salvar.

Eu o levei para uma área onde as chamas ainda não tinham chegado”, relatou o coordenador ao g1. 🔎 Teiú é um dos maiores lagartos encontrados no Brasil. A espécie tem hábitos terrestres, comportamento defensivo quando se sente ameaçada e uma alimentação diversificada, que inclui pequenos animais, insetos e aracnídeos.

✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Imagens registradas por Bruno mostram o teií em meio às áreas já queimadas. O coordenador precisou jogar água no animal, que sofreu algumas queimaduras. VÍDEO: Teiú é resgatado enquanto tentava fugir de incêndio no Sul do PI Reprodução/Arquivo Pessoal O município enfrenta incêndios florestais desde maio.

Segundo Bruno, setembro costuma ser o período mais crítico do ano. “Ontem começou um novo incêndio. Não sabemos a causa, mas acreditamos que alguém tenha ateado fogo em um monte de lixo.

A combinação de vento, altas temperaturas e baixa umidade fez com que as chamas ganhassem grandes proporções”, afirmou. Durante o incêndio, apiários utilizados para a criação de abelhas e uma construção usada para armazenar materiais foram atingidos pelo fogo. Equipes da Defesa Civil, da brigada de incêndio e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente seguem atuando para controlar as chamas.

VÍDEO: Teiú tenta fugir de incêndio, recebe jato d'água e é resgatado no Sul do Piauí Reprodução/Arquivo Pessoal Incêndios atingem pelo menos cinco cidades do Piauí há mais de uma semana, diz Semarh Entre 38 registros de focos de fogo ativo que estão sob monitoramento da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), incêndios registrados em outras cinco cidades do Piauí persistem por mais de uma semana.

Segundo a Semarh, por causa da longa duração, os casos são considerados de maior criticidade operacional. *Vitória Bacelar, estagiária sob supervisão de Ilanna Serena. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube