A campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) informou nesta terça-feira (13) que enviará à Justiça Eleitoral uma "complementação" de dados sobre seus canais de comunicação digital. A movimentação ocorre após questionamentos sobre a regularização de ferramentas de mobilização na internet, como o canal de WhatsApp "Exército do Lula", em meio a uma disputa judicial sobre o segundo turno das eleições.

🔎Com mais de 4 milhões de inscritos, o canal "Exército do Lula" foi registrado pela campanha petista nesta terça-feira, após determinação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques. Com o registro, o magistrado afirmou que o canal poderá ser retomado após o prazo de 48 horas. O canal é administrado pelo deputado André Janones (Rede-MG).

Em nota oficial, a equipe de Flávio afirmou que todos os sites, perfis e canais de comunicação obrigatórios por lei já foram devidamente comunicados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No entanto, a campanha pontuou que, para evitar dúvidas sobre o cumprimento das regras eleitorais, fará um complemento ao TSE informando o endereço eletrônico do canal de WhatsApp “Tropa do Flávio”.

Com um milhão de inscritos, o canal "Tropa do Flávio" é descrito pela campanha de Flávio como um espaço de engajamento "voluntário" de eleitores que apoiam a candidatura do filho de Jair Bolsonaro.